Contos Eróticos

Contos Eróticos

Aviso: conteúdo explícito, linguagem vulgar e sem filtro.

Honey baby

Ela passa por mim todos os dias com seu perfume cítrico e seus cabelos cacheados. Não consigo evitar meus pensamentos mais sacanas e imagino sua boca carnuda invadindo todos os espaços do meu pau, engolindo cada dobra e lambendo a cabeça lisa e rosada da ponta do meu caralho.

O momento do café, entre uma reunião e outra, é perfeito para puxar uma conversa… espero que ela se levante e vou atrás, com meu pau já ficando duro só de imaginar a boca dela me chupando.

Pergunto se o filho dela está melhor da gripe e ela diz que sim, com uma expressão agradecida. Sorrio de volta e pergunto se ela quer almoçar comigo hoje. Ela recusa educadamente e volta para sua mesa. Sei que ela está dando para o nosso chefe, que vai almoçar com ele, mas não desisto de tentar mesmo assim.

No dia seguinte vejo sua expressão cansada e resolvo oferecer novamente minha companhia para o almoço. Para minha surpresa ela aceita e vamos juntos à lanchonete do prédio. Ela prende os cabelos cacheados e começa a mastigar o sanduíche com mais vontade que fome.

Observo um dos seios brancos e flácidos pela abertura da blusa de botão, que mostra mais do que deveria… perco-me nos pensamentos irresistíveis que rondam minha mente pervertida e não consigo prestar atenção na conversa sem graça dela, sobre os filhos problemáticos e seu cachorro infernal.

Quebro o silêncio que me contém e pergunto sobre o caso dela com nosso chefe. Ela desconversa e eu insisto; acabo entrando em uma seara que não deveria e nosso almoço termina ali.

Voltamos para nossas mesas, com uma aflição constrangedora e óbvia. Passo dias sem conseguir encará-la e evitava ir até o café, só para não correr o risco de ter que olhar em seus olhos verdes-claros…

No dia seguinte, acordo melado de um sonho intenso com a dona do meu desejo. Peço desculpas à ela mentalmente, mas sigo com a sua imagem chupando meu pau enorme, engolindo cada gota do meu gozo sujo e melado…

Chego ao trabalho atrasado e sinto o cheiro cítrico dela no elevador. Sou guiado pelo seu perfume, como um cachorro que busca sua fêmea em um jardim cheio de outras espécies famintas por sexo. Encontro o perfil da sua silhueta na máquina de café, colocando as duas xícaras de açúcar, na exata medida que precisa para adoçar sua boca carnuda.

Resolvo aproximar-me para dar um bom dia e aproveito para desculpar-me pelo outro dia, no qual fui evasivo e indelicado. Ela sorri e me beija a bochecha, em sinal de amizade. Sinto a temperatura quente que sai da sua boca, que toca minha pele áspera, cheia de barba e feromônios expostos saindo por todos os poros existentes no meu corpo.

Penso em agarrar seu punho e trazê-la para mais perto de mim, mas detenho minha voracidade em prol da boa convivência. Volto para minha mesa com meu pau mais duro e mais inconformado que antes.

O expediente termina sem que possamos dar conta de terminar aquela apresentação que nosso chefe e antigo amante do meu objeto de desejo nos pediu para fazermos. Optamos por continuar no escritório mesmo depois do horário e escuto sua ligação para o ex-marido pedindo que busque os meninos no colégio e fique com eles.

Seguimos com a apresentação até o momento em que a energia que envolve nossos corpos toma conta da atmosfera e faz com que comecemos a suar … pergunto se ela se importa em trabalhar com um pouco de música e ela concorda. Seleciono minha playlist favorita e deixo que as músicas toquem de forma aleatória.

Ela solta seus cabelos e diz que precisa ir ao banheiro. Espero que ela entre e vou atrás; escuto o líquido que sai do seu corpo com força e o papel que é tirado para secar as partes que quero degustar. Ela destranca a cabine, sai arrumando suas calças e se espanta com minha presença no local proibido para o meu gênero.

Sem falar nada, aproximo-me da sua boca carnuda e invado seu espaço sagrado, cheio de mistérios e provocações. Toco meus lábios nos seus, em um movimento contínuo de vontade e desejo, com nossa saliva em excesso entornando prazer a cada curva, a cada gosto, a cada bebida.

Desço minhas mãos pelas suas costas e toco na sua calcinha fio dental, que separa seu rabo gordo por dentro das calças. Ela toca no meu pau duro, pronto para ela há muito tempo, e desce em direção a ele, com curiosidade e receio. Desnudo minha parte mais íntima e entrego para ela minha vontade mais genuína; sinto sua garganta aquecer meu corpo com um calor que nunca havia sentido antes. Continuo nesta sintonia por alguns segundos eternos, até o momento em que não me controlo mais e gozo profundamente, ao som do Rappa, com minha Honey Baby bebendo minha felicidade, com sua sede singular e em doses extremas de satisfação…

Honey Baby

Sem falar nada, aproximo-me da sua boca carnuda e invado seu espaço sagrado, cheio de mistérios e provocações. Toco meus lábios nos seus, em um movimento contínuo de vontade e desejo, com nossa saliva em excesso entornando prazer a cada curva, a cada gosto, a cada bebida.

Cris Coelho


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