Imersa

Imersa nos meus pensamentos mais profanos encontro você, encarando minha libido como se fosse normal minha vontade de invadir seu corpo e beber todo o líquido que sai dos seus poros e das suas cavidades…

Respiro um pouco mais do ar poluído que circunda meus pulmões e rogo aos Deuses que me deixem tocar mais uma vez na sua pele áspera e seca; imagino suas veias pulsarem com tesão e vontade, da mesma forma que penso estar o restante do seu corpo: duro, ereto e pronto para invadir meus espaços mais escondidos.

Peço perdão pela minha perversidade e encontro razão nas palavras da minhas amigas, que me avisavam do perigo que ronda minha vida, cada vez que me aproximo de você.

Mas não consigo parar de pensar em toda história que construímos na imensidão da minha cama fria, em todas as vezes em que você explorava os lugares que nunca haviam sido tocados, em posições e formatos que eu jamais havia pensado antes e de uma forma tão intensa, que doutrinou meu desejo e escravizou todos os meus sentidos…

Sobre Cris Coelho

A minha literatura é livre de estereótipos, padrões e convenções. Ela entrega poesia onde há cotidiano. E renova minha fé em mim e no mundo. Cris Coelho, Escritora & Poetisa Ver todos os artigos de Cris Coelho

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