Continuação de Promíscuo Ser…

“… e assim despedi-me de mim: com dor, traição e sofrimento. Fui fraca mais uma vez em busca da droga que me levava sempre ao mesmo inferno. Busquei meu veneno cotidiano chamado Jota e gelei as extremidades do meu corpo em busca da nicotina que inunda meus pulmões cada vez que o toco.

Sou eu, em uma versão menor e mais fraca que agora anseia voltar ao seu mestre; aquela Anna Lara pervertida, pequena, vulgar. Um ser promíscuo, escondido nos arbustos da minha culpa, inalando ódio e perversidade por todos os poros, uma assassina devassa; um alguém descartável e sujo. Uma amostra das obscenidades mais profanas do ser humano; um demônio em forma de mulher, uma vítima de si própria.”

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PromiscuoSer.com

Sobre Cris Coelho

A minha literatura é livre de estereótipos, padrões e convenções. Ela entrega poesia onde há cotidiano. E renova minha fé em mim e no mundo. Cris Coelho, Escritora & Poetisa Ver todos os artigos de Cris Coelho

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